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Marilia Gabriela entrevistada 18/12/2008

Posted by garotaveneno in Uncategorized.
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Dessa vez ela pulou pro outro lado do balcão: em vez de entrevistar, foi entrevistada.  Já tive a honra de ser entrevistada por ela duas vezes, e vocês não imaginam meu nervosismo diante da super Gabi. Nas duas entrevistas, conheci seu lado profissional. Mas, ontem, ao vê-la tão à vontade num bate-papo informal, confirmei tudo o que eu pensava sobre sua versão “por trás das câmeras”.  São raros os seres que conseguem escapar de um rótulo. A maioria das pessoas ou é jovem, ou é velha. Ou é careta, ou é moderna. Ou é linda, ou um tribufu. Nossos olhos são preguiçosos, querem ver um produto acabado, algo que não convide à investigação.  Ontem ela nos ofereceu uma conversa deliciosa. Falou, claro, sobre o livro que está lançando, “Eu que amo tanto”, onde ela reúne depoimentos de 13 mulheres que freqüentam o MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas). Comprei o livro e dei uma rápida espiada antes do evento começar, mas já deu pra perceber que não se trata de amor, e sim de obsessão. Qual a diferença entre uma coisa e outra? A perda do controleAlguém da platéia perguntou qual o segredo para um casal manter-se unido. As pessoas sempre acham que existe um segredo. Ela respondeu que isso depende de um mix de acertos, lógico, mas pra ela o mais importante é ter um homem que a faça rir, e ela da mesma forma: que o divirta, que o estimule. Isso parece simplista, mas que nada. Concordo com Marilia Gabriela: é impraticável uma relação sem leveza, sem que um e outro troquem muitos sorrisos, sem que se comuniquem através do bom humor (não estou falando de contadores de piadas – blagh!). Estou falando em sintonia fina, em repartir a mesma alegria de viver. Sério, acho tão importante quanto sexo e amor.  Tem muita gente que acha Gabi um general. É uma idéia preconceituosa, pois ela é doce, é divertida e é mulher. Sim, uma mulher grandona, com uma voz penetrante, com opiniões bem colocadas. Mas, ainda assim, uma mulher, ora. Por que uma mulher só pode ser considerada como tal se aparentar ser frágil e insegura?  Vida longa à Marilia Gabriela. 

By Marta Medeiros

Garota Veneno: Créditos à Marta pelo belo texto e à Marília Gabriela pelo livro recentemente lançado. Fica aí a dica do livro da Marília que parece ser bem interessante.

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